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Por que fazemos roda?

Alunos do Infantil 5 pesquisam a prática em diferentes culturas


No dia 22 de agosto, os alunos do Infantil 5 participaram de atividades relacionadas ao Projeto de Série “Por que fazemos roda?”.

O Projeto começou no início do ano, quando os alunos foram questionados por suas professoras sobre o motivo de fazerem rodas em muitas atividades (para lanchar, para contar histórias, brincar, entre outras).

A partir dessa questão, os alunos pesquisaram e perguntaram aos seus pais e avós se eles também tinham o costume de fazer roda quando eram crianças. Eles descobriam que sim.

Em seguida, as crianças deveriam eleger alguma cultura para saber se também existe o costume de fazer roda em seus hábitos. Elas escolheram a cultura africana, e descobriram que os africanos também tem o costume de realizar rodas. Na visita ao Museu Afro-Brasil, no Parque Ibirapuera, aprenderam que essa prática se deve ao fato de serem um povo de tradição oral.

Para encerrar a pesquisa sobre a África, os alunos tiveram um dia dedicado a celebrar e brincar com elementos característicos de povos dessa cultura. Eles

jogaram capoeira com o professor do Fundamental I, Nenílson Barbosa, além de terem aprendido a ginga e jogado contra seus colegas.

Em seguida, cada turma preparou um alimento típico de povos africanos (bolo de mandioca, cuscuz, bolinho de arroz e caldinho de feijão). Os alunos experimentaram esses alimentos e compartilharam com as outras turmas para que todos tivessem a oportunidade de conhecê-los.

Por fim, as crianças foram até a Praça de Milão, localizada na frente da Unidade da Educação Infantil, com suas professoras, coordenação, direção e o professor de música, Romeu Manson, para relembrar brincadeiras realizadas em roda, aprendidas quando visitaram o Museu Afro-Brasil, nas aulas com o professor Romeu ou com as professoras.

Para essa festividade, os alunos usaram roupas bem coloridas e estampadas, além de acessórios para a cabeça, remetendo à cultura africana. As crianças registraram o evento com fotos autorais para compor o portfólio que faz parte do Projeto.

“Na Lourenço Castanho, o aluno é protagonista de seu processo de aprendizagem, e registrar um evento faz parte daquilo que vivemos socialmente. Para as crianças, tem muito mais sentido quando elas fazem esses registros do que quando o professor o faz, já que isso demonstra seu olhar sobre os acontecimentos. Depois, esses registros serão revisitados, visando à elaboração de significados sobre o percurso, os encaminhamentos do Projeto”, afirma a coordenadora pedagógica, Vivian Alboz.

Na próxima etapa os alunos repetirão a pesquisa, agora investigando os povos da cultura indígena.