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Qual é a cara do Brasil?

07/12/2018

Para finalizar o estudo do Projeto Integrador “Qual é a cara do Brasil? ”, os alunos do 4º ano caminharam até o Museu Afro-brasil, localizado no Parque Ibirapuera, no dia 27 de novembro, para conhecer um pouco mais sobre a cultura africana e realizar atividades.

Os alunos ficaram divididos em grupos e foram recebidos pelos educadores do Museu. Mariana Per, uma das educadoras, realizou a visita com os alunos e contou algumas curiosidades e importâncias sobre a cultura africana.

Ao explorarem o acervo do Museu, Mariana também explicou por que os europeus escolheram o povo africano para serem escravizados, e, segundo ela, isso aconteceu porque eles eram muito avançados na tecnologia e sabiam manusear instrumentos de metal e madeira melhor do que qualquer outro povo.

Segundo a professora Valdirene Sousa, do 4º ano A e F, é importante que os alunos façam essa atividade porque aumenta o repertório deles e acaba quebrando estereótipos que já são estabelecidos pela cultura.

Além disto, com a professora de Artes, Helena do Carmo, os alunos puderam observar os bois-bumbás e os materiais que foram utilizados para sua criação. As máscaras africanas também foram observadas, visto que foram desenvolvidas para a Mostra Cultural.

As turmas também puderam contemplar as obras do artista baiano Rubem Valentim, com suas linhas geométricas e inspiração em objetos próprios de religiões afro-brasileiras.

No começo do mês de novembro, a pesquisadora e historiadora Paula Montes realizou palestras com os alunos para contar um pouco mais sobre o Candomblé. Em um segundo momento, no Museu Afro-brasil, Paula e as turmas puderam ver as roupas e objetos próprios de cada orixá cultuado no Brasil.

Por fim, com a professora de Educação Física, Laís Nozaki, os alunos realizaram algumas brincadeiras africanas, como terra-mar, fogo na montanha, litoti, saltando feijão (jogo desenvolvido com cordas) e pegue o bastão.

Segundo o aluno Arthur Tchalian (do 4º ano A), a ida ao Museu foi muito legal. “Foi legal principalmente por causa das esculturas, e o que mais gostei de ver foram as máscaras - eram abstratas - isso que eu gosto”.

“Na parte dos orixás, foi legal porque a gente comparou o que tínhamos aprendido sobre eles”, afirma a aluna Mariana Cajueiro, do 4º ano A.

 


 

 

 

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