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Aprendendo sobre Geomorfologia e Hidrografia

30/04/2017

Para perceberem a relação sociedade, natureza e os problemas ambientais na relação homem com o meio, os alunos do 6º ano do Ensino Fundamental II estudaram diversos aspectos, como: paisagens naturais, formas de relevo, intemperismo e erosão.            

A atividade iniciou-se com fotografias do Estado de São Paulo, para que os alunos pudessem analisá-las, com o objetivo de debaterem e se atentarem sobre as diferentes formas de interação do relevo e da hidrografia. Que lugar é esse? Que paisagem nos mostra? Que formas são aquelas e como elas se formaram? Esses questionamentos foram respondidos pelos alunos com base em uma imagem.

Durante a discussão, a professora fez explicações sobre cada imagem e contextualizou-as para os alunos, que fizeram anotações no caderno com miniaturas dessas paisagens.

Na etapa seguinte, de forma conceitual, foram abordados os diferentes tipos de relevos brasileiros, com os seguintes indicadores: descrever a forma de relevo terrestre, conceituar o vocabulário específico de hidrografia e geomorfologia e estabelecer relação entre diferentes mapas temáticos (físico, relevo, hidrografia).

Com o desenvolver das atividades, conceitos de planalto, planície e depressão foram sendo introduzidos. Um esquema na lousa foi feito para apontar os principais aspectos. Como atividade, os alunos escreveram no caderno as diferenças dos mapas e pontuaram características novas como: altitude, erosão e sedimentação.

Posteriormente, foi estudada a formação do relevo: intemperismo e erosão. Questões indagadoras foram propostas, além de colocarem em prática os conceitos, com a caixa de relevo e com o uso de massinhas.

Foram estudados temas, como “A Água do Nosso Planeta” e “O Curso de Um Rio”, por meio de vídeo, mapas, gráficos e imagens que abordavam o ciclo da água e questões de vazão, cheia e várzea.

Separados em grupos, os alunos receberam um mapa em papel vegetal com um trajeto sobre relevo para sobrepor ao mapa físico. Uma ficha com trajetos foi entregue, para que, baseados nos perfis topográficos, respondessem a qual destino corresponde o solicitado no mapa entregue. Com isso, interpretações e relações com relevos foram feitas através do mapa, além dos aspectos conceituais entre os relevos e a leitura de imagem em sobreposição aos mapas.

Por fim, os alunos foram à Sala de Projetos para utilizarem a Caixa de Relevo. Duas fichas sobre o município de São Paulo foram entregues para que fizessem relações entre relevo e a hidrografia da cidade. Duas questões foram propostas para encerrar a sequência didática: Como é possível entender os divisores de águas através da caixa, e que outro conceito é possível de ser explicado através do seu uso.

A atividade com a caixa permite que sejam trabalhados todos os indicadores pretendidos na sequência didática, de forma que o aluno possa, através do conceito, da relação e da aplicação, não só estabelecer conexões com o conhecimento, mas também criar conexões próprias de forma ativa e integrada.

 


 

 

 

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