Laboratório de criação

Autonomia e protagonismo dos alunos.


A tecnologia educacional da Lourenço Castanho está estruturada em três pilares: consumo, criação e compartilhamento. Além da apropriação de conteúdo, a Lourenço valoriza e investe para que os estudantes troquem informações e desenvolvam a capacidade de produzirem projetos autorais.

O Laboratório de Criação é um espaço que tem como objetivo ampliar a autonomia dos alunos no processo ensino-aprendizagem. Nesse espaço, eles são estimulados a propor soluções para problemas da Escola ou da comunidade, utilizando-se da investigação e dos pilares da tecnologia educacional.

A partir deste ano, as aulas tiveram seu tempo aumentado, passando de 50 para 90 minutos. “Percebemos a importância de ampliar as experiências no laboratório de criação, permitindo aprendizagens que potencializem a autonomia, o trabalho em grupo, a possibilidade de fornecer feedback entre pares, a atitude criativa e empreendedora dos alunos”, explica a diretora de currículo Fábia Antunes. “Além disso, quando o aluno vem para aula, ele vem para solucionar problemas, trabalhar inúmeras habilidades e o reconhecimento de ferramentas, sabendo para que serve e como utilizar cada uma delas, fazendo com que, nas séries seguintes, ele já esteja mais bem preparado. Assim, ao chegar ao Ensino Médio, terá ampliado seu senso crítico e sua capacidade de resolver problemas”, complementa o educador de informática dos 8ºs e 9ºs anos, Rodrigo Lemonica.

O desafio trabalhado é adaptado para a necessidade de cada série e desenvolvido com o Projeto de Série, em conjunto com os educadores de tecnologia educacional Tatiana Mendes (6º e 7º) e Rodrigo Lemonica (8º e 9º).

O 6º ano, por estar no processo inicial, começa com a experimentação de ferramentas, montagem, funcionamento e direcionamento para um problema. “Como os alunos não possuem conhecimento das ferramentas utilizadas no Laboratório de Criação, a ideia é que eles as conheçam e categorizem, desenvolvendo a consciência do seu bom uso, tanto para a sua segurança, como também para a do grupo. Então, essa primeira etapa é exatamente para experimentação”, explica a educadora Tatiana.

O 7º ano trabalha com conceito de máquinas, criando repertório para prototipagem. “Desenvolvendo esse conteúdo, temos como objetivo fazer com que os alunos tenham repertório suficiente para prototipar algo interessante, utilizando automação”, diz a educadora.

Com uma base já desenvolvida, os alunos seguirão trabalhando, durante todo o Ensino Fundamental II e, no Ensino Médio, com tecnologia digital, impressora 3D e modelagem, buscando resolver os problemas que foram propostos pelos professores.