fbpx

Projeto da Lourenço é selecionado para conferência internacional.

Trabalho desenvolvido nos componentes de TE e Física é selecionado para a International Conference on Computer Supported Education


O projeto de caixas com sensores de comandos, desenvolvido em 2018 pelos alunos da 3ª série do Ensino Médio, orientados pelos professores de Física e Tecnologia Educacional, foi aprovado no “International Conference on Computer Supported Education” (CSEDU/2019). O evento, que discutirá a aprendizagem por meio da tecnologia educacional, acontecerá em maio na Grécia.

Para o desenvolvimento deste projeto, os alunos viram durante as aulas assuntos como programação, uso de sensores e eletricidade. “O conteúdo de Física da 3ª serie envolve eletricidade, circuitos elétricos e eletrônica. No 2º semestre, com base nesse conteúdo, começamos a desenvolver um projeto e os alunos trabalharam para construir um circuito com uma finalidade especifica”, explica o professor de Física, Jorge Ferreira.

A professora de Tecnologia Educacional, Luíza Regina Fernandes, diz que o trabalho dialoga com os fenômenos socioambientais. “Nesse projeto trouxemos uma relação direta com a questão do meio ambiente. Então, a medida que se usa sensores para medir temperatura, pressão, umidade do solo… tudo isso tem uma correlação direta com a sustentabilidade e o meio ambiente”, explica. Sistemas automatizados com comandos para regar plantas, ligar luzes pelo Bluetooth do celular e detectar a umidade e temperatura foram alguns dos trabalhos realizados pela turma.

Diante do resultado obtido pelos alunos, os professores e a Diretora de Currículo, Fabia Antunes, submeteram o trabalho para o Congresso e foram aprovados. O evento abre espaço para a discussão da tecnologia educacional, com formas inovadoras de utiliza-la em espaços de aprendizagem e também abordará novas tecnologias no campo acadêmico. Os trabalhos selecionados terão 25 minutos de apresentação e contarão também com um momento de perguntas do público.

Os professores comentam sobre a aprovação do projeto: “Toda vez que submetemos um trabalho, nós estamos concorrendo com pessoas do mundo todo. Então, acredito que quando a Escola é aceita, passando por todo o rigor com que os trabalhos são avaliados, mostra como é qualificado nosso trabalho”, ressalta Regina.  “Isso é um grande reconhecimento. Na hora que vimos que fomos aceitos em uma concorrência tão ampla, nós agradecemos e percebemos que estamos fazendo algo muito bom”, complementa Jorge.