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África – Contos do rio, da selva e da savana

Alunos do Ensino Fundamental I participam de bate-papo com a escritora Silvana Salerno


As turmas dos 4ºs anos receberam, no dia 31 de agosto, a escritora Silvana Salerno, autora do livro “África – Contos do rio, da selva e da savana”. O encontro proporcionou um bate-papo com Silvana, que também contou algumas das narrativas do livro para os alunos. A atividade é vinculada ao projeto de série “Qual é a cara do Brasil?”.

Uma das matrizes estudadas pelos 4ºs anos é a formação do povo brasileiro. Em Ciências Humanas, eles estudam os povos indígenas, africanos e imigrantes que vieram para o Brasil e que contribuíram em nossa formação. No componente de Língua Portuguesa, as turmas leem histórias vindas da África que tiveram influência na cultura brasileira, como conta a coordenadora de série, Kátia Arilha. Complementando esse assunto, foi adotado (no segundo semestre) o livro da autora Silvana, para contar as histórias desses povos aos alunos.

No encontro com as turmas, a autora começou com uma breve conversa, contando como foi o processo de produção do livro e o contexto em que se passa. “Quando nós nos formamos na faculdade, fomos estudar e conhecer o mundo. Numa das viagens, fomos para Dakar, capital do Senegal. Lá, conhecemos muitas pessoas, muitas histórias. Esse livro ficou na minha cabeça, desde então, mas só depois de muito tempo eu o escrevi”, explica Silvana. Os alunos também aproveitaram o momento para tirarem dúvidas, com perguntas sobre como a autora realizou a pesquisa para escrever o livro, sobre os idiomas falados nos países que visitou e outras curiosidades.

Após a conversa, Silvana leu os contos: “Estratégia de Ximba”, sobre um garoto esperto (Ximba) que conseguiu vencer o crocodilo Nguenia, e “O tambor africano”, que conta a história de um macaco que vai à Lua, ganha um tambor e que gosta muito de tocá-lo. Todas essas histórias foram contadas na presença do marido da autora, Fernando Nuno, que a acompanhou, tocando violão. “Ele também é escritor e compositor, compôs duas músicas, e meus filhos fizeram os arranjos – então, resolvemos tocar. É uma forma de contato com os leitores, com as crianças, que é emoção, troca e aprendizado”, destaca a autora.

No final, a autora autografou os livros adquiridos pelos alunos.