Visita ao Memorial da Imigração Judaica

Saída faz parte do projeto de série dos 7ºs anos: Patrimônios e Heranças.


As turmas dos 7ºs anos que estão estudando “Patrimônios Religiosos” foram até o Memorial da Imigração Judaica para conhecerem as premissas da religião, a sinagoga e o memorial da imigração que foi inaugurado este ano, aprofundando, assim, os conhecimentos sobre o tema que faz parte do projeto de série “Patrimônios e Herança”.

O estudo sobre religiões começou no trabalho de estudo de campo em Paraty. Lá, eles visitaram uma igreja e participaram da tradicional Festa do Divino da Igreja Católica.

Aqui em São Paulo, os alunos visitaram a Mesquita do Pari da Liga da Juventude Islâmica Beneficente do Brasil, para aprenderem sobre o Islamismo. E, para concluírem os estudos, a turma foi ao Memorial da Imigração Judaica para conhecerem uma sinagoga e aprenderem sobre a religião. “Por meio das visitas, os alunos puderam conhecer os motivos por que as pessoas escolheram suas religiões, descobriram como são e entenderam que todas as crenças devem ser respeitadas”, explica o coordenador do 7º ano, Fernando Nogueira.

O Memorial da Imigração Judaica foi construído em 1912. No entanto, existia apenas a Sinagoga Kehilat Israel, primeira do Estado de São Paulo. Só em 2016, o espaço começou a ser destinado também para apresentar a história da imigração judaica e outros momentos que marcaram a história da religião.

Ao chegarem ao Memorial, os alunos foram dirigidos para a Sinagoga, onde o Diretor Cultural, professor Reuven Faingold, apresentou a história do lugar e respondeu as dúvidas dos alunos. Posteriormente, a turma foi dividida em dois grupos para visitarem o 2º andar, que apresenta objetos e rituais característicos dos judeus, e o subsolo, que mostra personalidades judaicas e objetos interativos como o mapa do Bom Retiro, que apresenta lugares judaicos da região.

Para finalizar o trabalho sobre Patrimônios Religiosos, os alunos farão, em sala de aula, um resgate de todos os lugares visitados. “Eles puderam visitar três lugares e conhecer religiões diferentes e, para finalizar essa questão, eles conversaram para recordarem todas as saídas, com o objetivo de conhecê-las mais e reforçar a ideia de que sempre tem que respeitar”, destaca Fernando.