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Crianças em qualquer canto: um olhar para diversidade

Alunos do 1º ano visitam Pavilhão Japonês para conhecerem mais sobre esse povo.


Os alunos do 1º ano G foram ao Parque Ibirapuera, no Pavilhão Japonês, para estudarem e ampliarem os conhecimentos acerca desse povo. A saída fez parte do Projeto Integrador de Série: “Crianças em qualquer canto: um olhar para diversidade”. A turma está conhecendo a diversidade e os modos de vida de diferentes povos.

O projeto despertou um olhar profundo sobre as preferências pessoais das crianças. Depois, elas se debruçaram sobre os gostos dos colegas da classe, e essa pesquisa se estendeu aos demais alunos da Escola. Num primeiro momento, notaram que a diversidade nos cerca, e que todos devem ser respeitados. Em seguida, fizeram pesquisas sobre as crianças da Fundação Casa Grande em Nova Olinda (Ceará), e, posteriormente, da tribo Ikpeng, no Xingu. “A turma estudou questões como: do que gostavam, como viviam, o que comiam, a cultura e como era o ambiente. Quando estudamos sobre o Xingu e os indígenas, recebemos a visita da antropóloga Maria Beatriz, que nos ajudou a ter mais conhecimento sobre”, explica a professora do 1º ano G, Eloah Pinheiro.

Após essa etapa dentro do Brasil, cada turma do 1º ano foi convidada a se aprofundar nas pesquisas sobre um país, e o 1ºG estudou o Japão. “Nós vimos como eles vivem, suas escolas, as lendas e cultura de lá, como o país é organizado geograficamente, e, a partir disso, decidimos que seria interessante a visita ao Pavilhão Japonês para eles conhecerem outras características dos japoneses”, comenta a professora.

O Pavilhão Japonês foi inspirado no Palácio Katsura, em Quioto, e entregue no quarto centenário da cidade de São Paulo. O lugar traz memórias da cultura japonesa, apresentadas por meio de exposições com peças de cerâmica, trajes de guerreiros e outros objetos característicos. “A vivência permitiu aos alunos observarem um pouco da arquitetura do lugar, os utensílios, a cerâmica e muitas outras coisas que complementaram o projeto de série”, diz Eloah. Além disso, eles também visitaram o espaço onde ficam as carpas e puderam alimentá-las.

Antes da saída, os alunos de cada turma preparam suas salas, conforme o país escolhido, para apresentarem tudo o que haviam aprendido aos colegas. Agora, os alunos do 1ºG irão fazer um resgate do que viram e produzirão textos refletindo sobre o que aprenderam.

“O resultado do trabalho foi incrível. Eles se envolveram muito! O fato de ser um país distante do Brasil fez com que o interesse fosse ainda maior, fazendo com que trouxessem elementos de casa, que visitassem o bairro da Liberdade para complementar. Eles amaram o espirito japonês de perseverança e tranquilidade”, destaca a professora.