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Lourenço Castanho no Bett Educar 2018

Coordenadora e professoras do Ensino Fundamental I apresentaram práticas letivas em Congresso.


Entre os dias 8 a 11 de maio, aconteceu, no São Paulo Expo, o Congresso Bett Educar 2018. O evento reuniu diversos profissionais da área de educação para participarem de debates e palestras sobre temas educacionais.

A coordenadora do 1º ano do Fundamental I, Diana Tatit, e as professoras Beatriz Pelizzaro e Fernanda Tavares estiveram no Congresso para apresentarem atividades práticas realizadas com os alunos dos 1ºs anos da Lourenço Castanho.

O Congresso teve como temas principais a “Base Nacional Curricular Comum” e a “Reforma do Ensino Médio”, mas também houve outros conteúdos que foram separados em eixos: aprendizagem; práticas de sala de aula; formação de professores e gestão. Todos esses temas foram apresentados por especialistas para um público variado, desde professores até diretores de escolas públicas e particulares.

“O Bett Educar é o maior congresso da área da educação. Dele participam pessoas do Brasil inteiro, e poder ter um diálogo com um público tão diverso, contribuir para essa troca de conhecimento é muito interessante“ destaca Diana.

A convite da organização do evento, Diana e as professoras falaram sobre os “Desafios na Alfabetização”, na categoria “Práticas de sala de aula”. “Escolhi justamente o tema da alfabetização para poder convidar professoras do 1º ano para apresentarem comigo. As professoras Beatriz e Fernanda representando todos da equipe, apresentaram o trabalho que é realizado com os 1ºs anos na Lourenço”, comenta Diana.

O trabalho fala sobre os processos de alfabetização, exemplificados em três desafios: como propor atividades que propiciem o avanço dos alunos; o que fazer com os que já são alfabetizados e a gestão da heterogeneidade em sala de aula.

“Iniciamos falando sobre boas propostas de atividades que colaboram no avanço da aprendizagem. Depois, sobre o que fazer com os alunos que já sabem ler e escrever e, por fim, como fazer isso tudo ao mesmo tempo, ou seja, como pensar em boas propostas para os que ainda não leem e escrevem convencionalmente e também para os que já o fazem”, explica a coordenadora. “Fomos lá compartilhar um trabalho que fazemos, há anos, e no qual acreditamos muito. Para todos que trabalham com alfabetização, lidar com a heterogeneidade em sala de aula é um desafio”, explica Beatriz.

Após a apresentação, o público pôde fazer perguntas e tirar dúvidas sobre o conteúdo, proporcionando assim, uma troca maior de experiências e conhecimentos. “Foi muito interessante perceber que as pessoas estavam envolvidas e atentas, querendo saber mais e nos procurando para tirar dúvidas, querendo ouvir mais sobre as atividades práticas, porque essa troca é fundamental”, comenta Fernanda Tavares.